Local de celebração e valorização da vida e do viver!! Onde o simples, o prosaico, o humilde são muito bem vindos! Portas abertas também ao sofisticado, ao complexo, ao mental. As "bobagens" e "bobeiras" que despertam nosso riso pueril também terão seu lugar. Blog onde a miscelânea estará constantemente presente, onde a filosofia em seu real significado possa ser compartilhada, onde o caleidoscópio de situações, gostos, impressões possa gerar crescimento e prazer.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Julgamento

Julgar não é sentenciar, acho impossível não criar uma impressão dos outros, mas devemos todos ter consciência que perfeição não existe em nós e nem em ninguém.
Minha cabeça pensa a mil por hora e estou sempre avaliando e quando olho para mim mesmo, vejo que às vezes cobro semelhança e ainda bem que ninguém é igual ao outro ou esse mundo seria a coisa mais chata.
Quando julgo não finalizo, deixo a porta aberta porque invariavelmente eu me engano ou exagero e não sou melhor que ninguém. (Yahoo respostas)
Preconceito assumido
Chegou a época das cornetas, vuvuzelas e rojões enfurecidos. Copa do mundo!! E eis que nosso Brasil celeste se “encanta” tal qual Alice no País das Maravilhas. Ruas são pintadas, bandeirolas e bandeiras enfeitam as casas dos cidadãos brasileiros. Somos "quase todos" tomados por um patriotismo apaixonado que nos faz amar nossa Pátria varonil com todo o nosso afinco, com toda a nossa torcida.E começa mais uma partida: enquanto isto, por aqui tudo para, nada mais funciona, todas as atenções se voltam para nossas "caixinhas mágicas". Pessoas são liberadas de seus trabalhos para assistirem ao esperado "espetáculo" de nosso País. Nas mansões, apartamentos, casas, casebres, abrigos, butecos e ruas as pessoas comungam do mesmo sentimento de apreensão e gratidão por cada gol realizado. Em dia de jogo, tudo é motivo de festa, de comemoração. Fumaças quase figuram um código que anuncia que tem mais uma carninha sendo assada ali, cerveja nas geladeiras e copos (pra quem pode é claro).
Me causa um incômodo absurdo tanta euforia, tanto patriotismo instantâneo, abobalhado. Futebol figura entre as coisas que não gosto e não entendo. Tampouco faço questão de entender. Prefiro negativizá-lo, pois tenho nele um fenômeno de massa completamente alienador, que causa dependência e delírio semelhantes a uma droga.
Na verdade eu nem sei o que eu odeio mais na copa do mundo. Se é o futebol em si, se são os barulhos insuportáveis, se são as pessoas que acham absurdo eu não gostar dessa merda ou se é o fato da obrigatoriedade de ser nacionalista.
Vivemos em um país cheio de problemas. Desigualdade social, políticos corruptos, impostos criminosos, violência, falta de educação, de gentileza, de solidariedade. Pessoas vivem na absoluta miséria, passam fome, não tem acesso a educação, não integram essa sociedade de consumo que escraviza, não tem seus direitos humanos respeitados. Colocar esse pedaço de pano chamado bandeira em nossas portas não faz nada melhorar. Ou faz?
Sei que fui provocativo, sei que o assunto é polêmico, mas o blog é pra isto também. Levantar discussões, criar pequenas contendas, incomodar, propor reflexões.Recentemente fui a uma festa junina com meus pais onde a fantasia era obrigatória. Tínhamos duas opções: De jeca ou de torcedor do Brasil. Fui de jeca mesmo!! rsrsrsrsrs!!
A propósito: -Em outubro próximo temos eleição. Quais serão os novos babacas que vamos colocar no poder?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Relacionamento afetivo (texto produzido em outubro de 2005)
É fato que relacionar-se é algo quase inerente ao ser humano, pois o mesmo precisa de interação para sentir-se parte do todo. O crescimento dos indivíduos condiciona-se em grande parte à troca mútua que é diariamente realizada com as pessoas que os rodeiam.Quanto mais estreito se torna o laço de união entre as pessoas, mais complexa tende a ser a relação, talvez por isto os enamorados tenham tantas dificuldades em manter um convívio harmonioso. As brigas e desentendimentos são na sua maioria causados pela dificuldade em lidarmos com a diferença. Diferença esta que muitas vezes é muito mais igualitária do que possamos constatar em uma primeira avaliação, já que frequentemente odiamos no outro características que também estão presentes em nossa personalidade. Quase sempre o companheiro (a) serve de espelho para que possamos enxergar algumas de nossas limitações, e como na grande maioria das vezes não estamos preparados ou dispostos a lidar com a constatação destas dificuldades, agimos com agressividade e aversão, distanciando de nós aquele que nos faz entrar em contato com quem verdadeiramente somos.
Existe na grande maioria dos relacionamentos amorosos uma forte necessidade de controle e domínio a serem exercidos por ambas as partes envolvidas. O sujeito precisa por motivos quase sempre egoístas fazer com que o outro perceba que sua leitura da realidade é a mais correta e verdadeira. Este tipo de comportamento denota quase sempre baixa auto-estima e insegurança, já que a precisão de comando traduz muitas vezes, nossa necessidade de sermos aceitos, mesmo que para isto careçamos nos impor perante o outro. Esta atitude de imposição e obrigação gera quase sempre repulsa e hostilidade entre o casal, desgastando assim a construção edificada.
Sabemos que por sermos indivíduos singulares, somos dotados de particularidades distintas. Cada um de nós possui dentro de uma relação afetiva suas próprias expectativas e modelos pré-determinados do que seria a perfeição ou pelo menos algo próximo disto. Quando frustrados somos muitas vezes guiados por condutas encolerizadas e destrutivas. Por isto torna-se importante a auto-vigília, somente desta maneira podemos nos tornar mais atentos para que nossos comportamentos não ponham a perder a relação na qual estamos inseridos. Nossa consciência quando aguçada, nos permite a percepção de nossos erros e claudicações.
De acordo com nossas escolhas, caso queiramos levar adiante nossos relacionamentos, precisamos procurar enxergar em cada discussão qual é a parcela que nos cabe dentro do problema, e qual a insegurança que nos move a agirmos de maneira muitas vezes incoerente e ditatória. Também o entendimento dos possíveis motivos para as reações do outro durante uma contenda é muito importante, pois nos possibilita uma intervenção mais carinhosa e compreensiva. Portanto percebemos que é preciso intenalizar a idéia que se relacionar nem sempre é fácil, exigindo dos envolvidos maturidade para compreender e aceitar o outro tal qual ele é, com seus defeitos e qualidades, enxergando nele antes de tudo um grande contribuidor para nosso crescimento e desenvolvimento pessoal.
A afetividade ampliada dentro de um relacionamento amoroso é de grande valia para que nos sintamos mais fortes em nosso caminhar. O companheirismo e a parceira adquiridos criam condições para uma existência mais plena e feliz.
Existe na grande maioria dos relacionamentos amorosos uma forte necessidade de controle e domínio a serem exercidos por ambas as partes envolvidas. O sujeito precisa por motivos quase sempre egoístas fazer com que o outro perceba que sua leitura da realidade é a mais correta e verdadeira. Este tipo de comportamento denota quase sempre baixa auto-estima e insegurança, já que a precisão de comando traduz muitas vezes, nossa necessidade de sermos aceitos, mesmo que para isto careçamos nos impor perante o outro. Esta atitude de imposição e obrigação gera quase sempre repulsa e hostilidade entre o casal, desgastando assim a construção edificada.
Sabemos que por sermos indivíduos singulares, somos dotados de particularidades distintas. Cada um de nós possui dentro de uma relação afetiva suas próprias expectativas e modelos pré-determinados do que seria a perfeição ou pelo menos algo próximo disto. Quando frustrados somos muitas vezes guiados por condutas encolerizadas e destrutivas. Por isto torna-se importante a auto-vigília, somente desta maneira podemos nos tornar mais atentos para que nossos comportamentos não ponham a perder a relação na qual estamos inseridos. Nossa consciência quando aguçada, nos permite a percepção de nossos erros e claudicações.
De acordo com nossas escolhas, caso queiramos levar adiante nossos relacionamentos, precisamos procurar enxergar em cada discussão qual é a parcela que nos cabe dentro do problema, e qual a insegurança que nos move a agirmos de maneira muitas vezes incoerente e ditatória. Também o entendimento dos possíveis motivos para as reações do outro durante uma contenda é muito importante, pois nos possibilita uma intervenção mais carinhosa e compreensiva. Portanto percebemos que é preciso intenalizar a idéia que se relacionar nem sempre é fácil, exigindo dos envolvidos maturidade para compreender e aceitar o outro tal qual ele é, com seus defeitos e qualidades, enxergando nele antes de tudo um grande contribuidor para nosso crescimento e desenvolvimento pessoal.
A afetividade ampliada dentro de um relacionamento amoroso é de grande valia para que nos sintamos mais fortes em nosso caminhar. O companheirismo e a parceira adquiridos criam condições para uma existência mais plena e feliz.
Frase de um domingo frio
No último domingo li uma frase da Psicanalista Regina Teixeira da Costa no Jornal Estado de Minas que mexeu muito comigo, pois cada vez mais tenho percebido que o verdadeiro amor só pode ser construído com bases e alicerces reais, nunca idealizados e imaginários. A frase é a seguinte: "O amor capaz de tolerar a incompletude, a imperfeição, a diferença neste dá pra acreditar".
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ana Carolina de vestido
Como a maioria sabe, sou fã de Ana Carolina. Adoro sua voz, sua música, seu talento. Achei inusitada, engraçada e sexy esta foto da Ana de vestido e salto alto. A faceta feminina de Ana tirando sarro da nossa cara! E que belo par de pernas a moça tem!!!
O Batizado - Rubem Alves
Sérgio, meu filho, me fez um pedido estranho. Pediu-me que preparasse um ritual para o batismo da Mariana, minha neta. Eu lhe disse que, para se fazer tal ritual, é preciso acreditar. Eu não acredito. Já faz muitos anos que as palavras dos sacerdotes e pastores se esvaziaram para mim, muito embora eu continue fascinado pela beleza dos símbolos cristãos, desde que sejam contemplados em silêncio.
Ele não desistiu e argumentou: “Mas você fez o meu casamento.“ De fato. Lembro-me de como ele encomendou o ritual: “Pai, não fale as palavras da religião! Fale só as palavras da poesia!“ E assim foi. Foram textos do Cântico dos Cânticos, poema erótico da Bíblia, que deixa ruborizadas as faces dos beatos e beatas: “Teus dois seios são como dois filhos gêmeos de gazela! Teus lábios gotejam doçura, como um favo de mel, e debaixo da tua língua se encontram néctar e leite...“ Divirto-me pensando na cara que fariam Papa e bispos se lessem esses textos... Seguiram-se textos do Drummond, do Vinícius, da Adélia - tudo terminando não com a chatíssima Marcha Nupcial, mas com a Valsinha, do Chico, ocasião em que os convidados, moços e velhos, pegaram os seus pares e trataram de dançar. Foi bonito. Quando a coisa é bonita a gente acredita fácil.
Lembrei-me, então, de um trecho do livro Raízes negras - onde se descreve o ritual de “dar nome“ ao recém-nascido, numa tribo africana.
Omoro, o pai, moveu-se para o lado de sua esposa, diante das pessoas da aldeia reunidas. Levantou então a criança e, enquanto todos olhavam, segredou três vezes nos ouvidos do seu filho o nome que ele havia escolhido para ele. Era a primeira vez que aquele nome estava sendo pronunciado como nome daquele nenezinho. Todos sabiam que cada ser humano deve ser o primeiro a saber quem ele é. Tocaram os tambores. Omoro segredou o mesmo nome no ouvido de sua esposa, que sorriu de prazer. A seguir foi a vez da aldeia inteira: “O nome do primeiro filho de Omoro e Binta Kinte é Kunta!“ Ao final do ritual, após desenvolvidas todas as suas partes, Omoro, sozinho, carregou seu filho até os limites da aldeia e ali levantou o nenezinho para os céus e disse suavemente: “Fend kiling dorong leh warrata ke iteh ted“:“Eis aí, a única coisa que é maior que você mesmo!“
Essa memória me convenceu e tratei de inventar um ritual de “dar nome“, já que nenhum eu conhecia que me agradasse.
Organizei o espaço do living. Empurrei a mesa central, baixa, na direção da lareira. À cabeceira coloquei um banquinho velhíssimo - ali a Mariana se assentaria. Ao lado, duas cadeiras, uma para o pai, outra para a mãe. Na ponta da mesa, uma grande vela. É a vela da Mariana, vela que a acompanhará por toda a sua vida, e que deverá ser acesa em todos os seus aniversários. Ao lado da sua vela, duas velas longas, coloridas. E, espalhadas pela sala, velas de todos os tipos e cores. Na ponta da mesa, ao lado da vela da Mariana, um prato de madeira com um cacho de uvas.
Reunidos todos os convidados, começou o ritual. Foi isso que eu disse: “Mariana: aqui estamos para contar para você a estória do seu nome. Tudo começou numa grande escuridão.“ As luzes se apagaram enquanto, no escuro, se ouvia o som da flauta de Jean Pierre Rampal.
“Assim era a barriga da sua mãe, lugar escuro, tranqüilo e silencioso. Ali você viveu por nove meses. Passado esse tempo você se cansou e disse: ‘Quero ver luz!‘ Sua mãe ouviu o seu pedido e fez o que você queria. Ela ‘deu à luz‘. Você nasceu.“
A mãe e o pai da Mariana acenderam então a vela grande, que brilhou sozinha no meio da sala.
“Veja só o que aconteceu! Sua luz encheu a sala de alegria. Todos os rostos estão sorrindo para você. E, por causa desta alegria, cada um deles vai, também, acender a sua vela.“
Aí o padrinho e a madrinha acenderam as velas longas coloridas, e os outros todos acenderam, cada um, uma das velas espalhadas pela sala.
À chegada dos convidados eu havia dado a cada um deles um cartãozinho, onde deveriam escrever o desejo mais profundo para a Mariana. Continuei:
“Você trouxe tanta alegria que cada um de nós escreveu, num cartãozinho, um bom desejo para você. Assim, pegue esta cestinha. Vá de um em um recolhendo os bons desejos que eles escreveram. Esses cartõezinhos, você os vai guardar por toda a sua vida...“
E lá foi a Mariana com a cestinha, seus grandes olhos azuis, de um em um, sendo abençoada por todos.
“Todos deram para você uma coisa boa“, eu disse depois de terminado o recolhimento dos cartões. “Agora é a hora de você dar a todos uma coisa boa. Você é redondinha e doce como uma uva. Esta é a razão para este cacho de uvas. E é isso que você vai fazer. Seus padrinhos vão fazer uma cadeirinha e você, assentada na cadeirinha, vai dar a cada um deles um pedaço de você, uma uva doce e redonda...“
E assim, vagarosamente, a Mariana celebrou, sem saber, esta insólita eucaristia: “Esta uva doce e redonda é o meu corpo...“
Terminada a eucaristia, eu disse à Mariana:
“Agora, chegando ao fim, cada um de nós vai dizer o seu nome. Preste bem atenção. O nome é um só. Mas cada um vai dize-lo com uma música diferente. Porque são muitas e diferentes as formas como você é amada.“
E assim, iluminados pela luz das velas, cada um dos presentes, olhando bem dentro dos olhos da menina, ia dizendo: “Mariana“, “Mariana“, “Mariana“, “Mariana“...
Aqueles que olhavam os olhos da Mariana puderam ver que, à medida que ela ouvia o seu nome sendo repetido, eles iam se enchendo de lágrimas...
Relações empobrecidas
Crio um blog, mas me questiono: - Estarei imensamente preso à teia da informática? Será que estou dando o devido valor às minhas relações reais? Escutando as histórias de meus amigos, acessando suas memórias afetivas olho no olho, procurando-os com a merecida dedicação, disponibilizando-me dentro de minhas limitações a ouví-los com os ouvidos do coração?
Vejo que nos dias de hoje, as pessoas tem cada vez mais se afastado das relações palpáveis, encarnadas, táteis. Todos nos enfurnamos no pseudo-conforto de nossos lares e estabelecemos cada vez mais uma intimidade com a tecnologia, enquanto o "ideal" seria que fossem estabelecidos contatos mais humanos, mais vívidos, mais calorosos. Sinal dos tempos? Talvez! Entretanto, percebo que não é possível retroceder, as relações mudam com o passar do tempo. A Internet vem como uma nova possibilidade de interação entre as pessoas, encurtando distâncias, tornando "presentes" amigos que por alguma razão não se encontram ao alcance de nosso olhar.
Os orientais é que estão com a razão: "O CAMINHO DO MEIO". Equilíbrio! Podemos usar da tecnologia sem sermos usados por ela. Podemos e devemos nos dedicar aos nossos encontros reais com momentos para nos destinarmos ao novo, sem nos amedrontarmos e sem crucificarmos a modernidade. A tecnologia a serviço da humanidade! Sem escravidão podemos e devemos aproveitar maneiras diferenciadas de interação, lembrando-nos sempre que atrás da máquina existe um ser humano, que tecla e que navega, mas que também sente, ama, anseia...
Os orientais é que estão com a razão: "O CAMINHO DO MEIO". Equilíbrio! Podemos usar da tecnologia sem sermos usados por ela. Podemos e devemos nos dedicar aos nossos encontros reais com momentos para nos destinarmos ao novo, sem nos amedrontarmos e sem crucificarmos a modernidade. A tecnologia a serviço da humanidade! Sem escravidão podemos e devemos aproveitar maneiras diferenciadas de interação, lembrando-nos sempre que atrás da máquina existe um ser humano, que tecla e que navega, mas que também sente, ama, anseia...
Texto de Adriano Garib

Adriano Garib é um ator magnífico e um poeta sublime! Tive a oportunidade de "conhecê-lo" em uma peça da Cia de Teatro Autônomo que assisti no Galpão Cine-Horto chamada "Nú de mim mesmo". A encenação foi para mim uma experiência teatral maravilhosa, intensa, verdadeira e tocante. Após minha vivência sublime, naquela noite de 21 de maio de 2010 procurei saber um pouco mais sobre aqueles magníficos intérpretes. Foi quando ao enviar um elogio aos atores, recebi uma resposta de Adriano que muito gentilmente me adicionou entre seus amigos no Facebook. Ao navegar em seu perfil descobri que ele tinha um blog: http://blogdebotas.blogspot.com. Lá constantemente leio coisas muito bacanas que mexem muito com minha imaginação e que com certeza modificam um pouco da minha percepção das coisas. Posto abaixo um pequeno texto extraído do blog, chamado: "Tristessa".
ações
não o que pensamos
tampouco o que sentimos
apenas o que fazemos
então poderão sim julgar-nos
cientes de que tudo o que em nós condenaram
acha-se escondido em seus porões
quando não flutuando claro
diante de seus inocentes olhos
que a terra há de comer
Obrigado Garib, por suas palavras, sua gentileza e sua humanidade...
Blogueiro de primeira viagem
Eis-me aqui, sentado em frente ao PC, tentando postar meu primeiro comentário neste blog criado em 2008 e só agora revisitado e deveras iniciado. Talvez o momento seja mais propício, talvez eu agora esteja um pouco menos tímido, mais ousado, mais confiante para finalmente dar o pontapé inicial. Penso que nada melhor do que um pequeno recado de boas vindas. Espero com este espaço, mostrar um pouco sobre minhas verdades, falar de meus anseios, gostos, interesses, dores. Despertar discussões, dúvidas, reflexões... Almejo muito talvez! Mas ainda sim quero tentar, buscando com isto me arriscar, dando a cara a tapa, percebendo no dia a dia minhas possibilidades de comunicação.Farei deste espaço uma pequena extensão de mim mesmo, um lugar onde aquilo que importa (ou tem importado), se manifeste em palavras e imagens. Aqui estarão presentes textos por mim produzidos, mas muita coisa que li, que vi e que de alguma forma mexeu com minhas entranhas, que me tocaram, sutil ou de maneira impactante. Tentarei sempre citar a fonte onde foram garimpadas minhas pérolas, para dar créditos a quem realmente os merece.Um abraço carinhoso a todos os meus queridos e sejam muitíssimo bem vindos!
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